Exames fundamentais para quem usa peptídeos
Nem todo exame é necessário em todas as fases do tratamento, mas alguns são considerados pilares do acompanhamento. O hemograma completo dá informação sobre anemia, infecções e problemas de coagulação. O perfil metabólico completo inclui glicemia de jejum, colesterol total, LDL, HDL e triglicerídeos. Esses valores servem como base antes de iniciar e como referência para avaliar progressos.
Os testes de função hepática medem enzimas como ALT, AST e gama-GT. O fígado é o principal órgão responsável pelo metabolismo dos peptídeos, e qualquer elevação significativa dessas enzimas merece investigação. A função renal é avaliada através da creatinina, ureia e Taxa de Filtração Glomerular. Isso é particularmente importante para quem usa formulações que dependem de excreção renal.
O perfil tireoidiano merece atenção especial. Hormônios como TSH, T3 e T4 influenciam directamente o metabolismo e podem ser afectados por restrições calóricas prolongadas. Quem usa peptídeos com foco em emagrecimento deve monitorar esses valores a cada três meses, no mínimo.
O IGF-1 é um marcador relevante para quem usa peptídeos que actuam no eixo GH/IGF-1, como o ipamorelina ou a sermorelina. Esse exame indica a actividade do factor de crescimento semelhante à insulina e ajuda a perceber se o peptídeo está a exercer o efeito esperado.
Quem leva o histórico de exames e peso juntos para a consulta tem uma conversa mais produtiva com o médico. No PeptPro você pode registrar cada resultado de exame e associar à data, dose e peso do mesmo período. Assim, quando for ao consultório, já tem tudo organizado e economiza tempo.