A forma como você organiza suas refeições precisa mudar quando o apetite não é mais o mesmo de antes. Com o GLP-1, muitas pessoas perdem a fome nas horas habituais, outras sentem saciedade com metade do prato, e há quem fique sem fome por dias seguidos. O desafio não é comer menos — é garantir que o pouco que você come seja nutritivo o bastante.
Com o apetite alterado pelo GLP-1, o planejamento de refeições muda. Saiba como garantir nutrição adequada com menos volume e mais qualidade.
Os dois padrões mais comuns
Quem usa agonistas do GLP-1 em geral se encaixa num de dois perfis. O primeiro é a saciedade precoce: você sente fome normal mas se preenche rápido, e mesmo assim continua comendo por hábito. O segundo é a perda real de apetite: a fome some por completo e dias inteiros passam sem que você sinta vontade de comer nada.
Para o primeiro grupo, o risco é comer por reflexo e acabar superando a saciedade. Para o segundo, o risco é deficit nutricional — o corpo funcionando com menos do que precisa enquanto o peso cai.
Escaneie a refeição e registre calorias, proteína e macros em segundos.
Registrar no appMontar o prato certo importa mais do que nunca
Com menos volume disponível, cada porção precisa render mais. Isso significa priorizar proteína em primeiro lugar — ela é o nutriente mais difícil de consumir em quantidade suficiente quando o apetite cai. Depois vem a gordura saudável e os vegetais ricos em micronutrientes.
Na prática, um prato típico seria: uma porção de proteína magra do tamanho da palma da mão, um acompanhamento com carboidrato complexo e vegetais coloridos. Não importa o tamanho do prato. Importa o que tem dentro dele.
O scanner de refeições do PeptPro permite registrar o que você comeu e ver quanto de proteína, carboidrato e gordura teve cada refeição. Se você perceber que está sempre baixo em proteína, pode ajustar o jantar para compensar.